sexta-feira, 24 de maio de 2019

Estágio profissional

https://www.dnoticias.pt/madeira/ifcn-proporciona-estagio-a-alunos-de-santana-YF4799735?utm_source=facebook&utm_medium=facebook

terça-feira, 16 de abril de 2019

Comemos milhares de partículas de plástico por ano (e nem sabemos)

Estamos cada vez mais conscientes da forma como o plástico está a poluir o meio ambiente. Recentemente, o foco da nossa atenção virou-se para os micro-plásticos – pedaços minúsculos de plástico que variam entre 5 milímetros a 100 nanómetros de diâmetro.

Estes plásticos estão a encher os mares e abrir caminho para os animais que lá vivem. Isto significa que estes resíduos estão a entrar na cadeia alimentar e, em consequência, nos nossos corpos.

No entanto, o peixe e o marisco nãos são as únicas fontes de alimento que podem conter micro-plásticos. Há, de facto, outras fontes não provenientes do mar que podem ser muito mais preocupantes.

Uma porção de mexilhão de um consumidor na Europa pode conter cerca de 90 micro-plásticos. É muito provável que o consumo varie bastante de acordo com os países e as gerações mas, os ávidos consumidores de mexilhão podem estar a ingerir até 11 mil plásticos por ano.

É difícil saber ao certo quantos micro-plástico estamos a consumir a partir do consumo de peixe. A maioria dos estudos realizados até ao momento apenas analisou o conteúdo do estômago e do intestino dos peixes, partes que geralmente são removidos antes do consumo. No entanto, um estudo encontrou micro-plásticos no fígado dos peixes, sugerindo que estas partículas podem migrar do sistema digestivo para outras partes do corpo.


quarta-feira, 20 de março de 2019

A história das levadas

A história das levadas confunde-se com o próprio povoamento da ilha da Madeira. Desde cedo os colonos constataram que o sul da ilha era mais fértil, mas a água estava do lado norte e no interior montanhoso, ambos de acesso difícil. Construíram então as primeiras levadas, que transportavam água das nascentes até às suas terras. Tinham concebido um engenhoso sistema de irrigação, que veio a mudar a paisagem da ilha e se tornou num património cultural. A acessibilidade e a extensão destes cursos de água tornaram-nos num monumento notável e único. Uma prova viva do engenho e audácia de quem concebeu e dos muitos que ergueram estes aquedutos talhados na rocha. Hoje, estes caminhos de irrigação contam com mais de 1500 quilómetros. Uma obra impressionante começada há quase seis séculos. Na década de 1930, apenas dois terços da terra arável da ilha eram cultivados - e desses, só metade eram irrigados. Só o Estado possuía os meios económicos necessários para implementar um programa de construção em larga escala e em 1939, o governo envia uma missão à ilha para estudar um plano hidroelétrico e de irrigação. Em 1943 é criada a Comissão Administrativa dos Aproveitamentos Hidráulicos da Madeira que lança um ambicioso plano de construção de levadas. Os trabalhadores eram suspensos do alto em cestos de vime, enquanto atacavam a pedra resistente com as suas picaretas. Muitos perderam a vida para levar água e eletricidade à ilha. Como escavaram os trabalhadores as levadas a meio caminho entre a terra e o céu? Quem eram estes homens que imaginaram e conceberam estes caminhos de água? E os que os rasgaram? Mostrando pela primeira vez imagens em movimento da construção das levadas, e recorrendo a testemunhos inéditos, este documentário conta a épica história da construção das levadas, de quem as inventou e daqueles que as construíram. Com a qualidade da RTP.





segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

'App' de preservação ambiental ‘ECO Descobrimentos’


O jogo móvel que ensina e sensibiliza para as boas práticas ambientais, entretém e dá prémios.

Note-se que este é um passatempo da Águas e Resíduos da Madeira (ARM), em parceria com a Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM), que conta com o apoio da EJM – Empresa Jornalística da Madeira e da ACIN iCloud Solutions.

Tem como finalidade sensibilizar e consciencializar os utilizadores e respetivas famílias para as boas práticas ambientais, conjugando uma natureza competitiva e interativa com a componente informativa e social.
Desta forma, são dadas a conhecer as principais infraestruturas e equipamentos associados à gestão das águas, resíduos e energia na Madeira, proporcionando, aos utilizadores que se destaquem pela sua destreza e conhecimento, a oportunidade de ganhar prémios aliciantes, entre os quais uma viagem à Disneyland Paris. 

Está disponível para ‘download’ para dispositivos iOS e Android, podendo ser descarregado gratuitamente através das lojas ‘online’ App Store e Play Store. Para descarregar a 'app', só tem de seguir os passos apresentados no vídeo abaixo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

SABE A DIFERENÇA ENTRE O CARVÃO MINERAL E O CARVÃO VEGETAL?

Inicialmente, é necessário saber que carvão é o nome comum a diversos produtos ricos em carbono, resultantes de processos geológicos ou da carbonização de matéria orgânica. . O carvão mineral é um minério não-metálico, de cor preta ou marrom com grande potencial combustível. É considerado um combustível fóssil, pois as jazidas desse minério se formaram há milhões de anos; quando extensas florestas foram submersas, fazendo com que os restos de vegetais, que são ricos em carbono, se transformassem em um elemento rochoso. Também é classificado em turfa, linhito, antracito e hulha, essa distinção existe em razão das condições ambientais e época de formação. O combustível fóssil é utilizado, especialmente, no aquecimento de fornos de siderúrgicas, indústria química (produção de corantes), na fabricação de explosivos, etc. . O carvão vegetal é obtido a partir da queima ou carbonização de madeira, após esse processo resulta em uma substância negra. No cotidiano o carvão vegetal é utilizado como combustível de aquecedores, lareira, churrasqueiras e fogões a lenha, além de abastecer alguns setores industriais como as siderúrgicas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Chuvas ácidas


As chuvas ácidas formam-se com a libertação de dióxido de enxofre e de óxido de azoto (provenientes das emissões das fábricas e dos automóveis) para a atmosfera. Esses gases que foram libertados para a atmosfera são levados pelos ventos para as nuvens. A combinação destes gases com o oxigénio e o vapor de água contido nas nuvens, dá origem ao ácido sulfúrico e ao ácido nítrico, que vão alterar o valor de pH da água da chuva, através das reações químicas descritas na imagem seguinte, formando as chuvas ácidas.

A acidificação do meio ambiente é um problema grave, pois ao alterar quimicamente os solos e a água, condiciona o desenvolvimento das espécies vegetais e animais, alterando o equilíbrio dos ecossistemas. O pH da água de um lago, por exemplo, anda a volta de 6,5 – 7,0, podendo manter uma grande variedade de peixes, plantas e insetos, além de sustentar os animais e as aves que vivem em seu redor e se alimentam no lago. No entanto, o excesso de acidez da água da chuva pode provocar a acidificação dos lagos, principalmente naqueles de pequenas dimensões. O pH de 5,5 mata larvas, pequenas algas e insetos, prejudicando também os animais que dependem desses organismos para se alimentar. No caso do pH da água chegar a 4,0 – 4,5, pode ocorrer a intoxicação da maioria das espécies de peixes e levá-los até a morte.

Para minimizar o efeito das chuvas ácidas devemos usar transportes coletivos diminuindo assim o número de carros e a quantidade de emissões poluentes, devemos usar também o metrô, que por ser elétrico polui menos do que os carros, e devemos substituir as fontes de energia, como o gás natural, o carvão e o petróleo, por fontes de energia renováveis. Em relação aos veículos devemos ainda usar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico.

domingo, 6 de janeiro de 2019

O melhor centro de tratamento de resíduos da Europa




O centro de tratamento de resíduos RCERO, da região de Liubliana, na Eslovénia, é o mais moderno da Europa. A fábrica recebe 170 mil toneladas de lixo de 58 municípios, anualmente.

98% dos resíduos são reciclados, ou seja, são transformados em objetos, em composto ou em combustível. A título comparativo, em Portugal essa percentagem ronda apenas os 30%.
A euronews entrevistou Edita, uma estudante eslovena que trabalha na fábrica como guia, quatro vezes por semana.


"No início as pessoas diziam: 'porque devo separar o lixo, não é o meu trabalho, não sou pago para isso'. Mas, há um ou dois anos, as pessoas aderiram ao conceito, agora tornou-se natural. Quando as pessoas vêm alguém que não separa o lixo acham estranho", contou a estudante eslovena.

A estrutura financiada pelo fundo de coesão da UE presta serviço a cerca de metade da população da região da capital eslovena (800 mil pessoas) e é considerada como uma das mais eficientes do mundo.

Atualmente, o centro de tratamento de resíduos RCERO oferece composto aos espaços verdes da capital eslovena. O parque Tivoli usa 100 metros cúbicos de composto por ano.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Poluição Atmosférica

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA MATA 600 MIL CRIANÇAS POR ANO


A poluição atmosférica causa todos os anos a morte de cerca de 600 mil crianças com menos de 15 anos em todo o mundo, devido a infeções agudas das vias respiratórias, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A poluição do ar é o "novo tabaco", sublinhou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no `site´ da organização que promove hoje e na terça-feira em Genebra a primeira conferência mundial sobre "A poluição do ar e a saúde".
A OMS publicou um relatório que indica que todos os dias cerca de 93% das crianças com menos de 15 anos em todo o mundo respiram ar poluído, que prejudica gravemente a sua saúde e o seu desenvolvimento.
Segundo estimativas da OMS, mais de 91% dos habitantes do planeta respiram ar poluído, o que provoca sete milhões de mortes anualmente.
"Esta crise de saúde pública merece uma maior atenção, mas existe um aspeto particularmente negligente: A forma como a poluição afeta particularmente as crianças", refere o relatório da OMS.
Em 2016, a poluição do ar no interior das casas e no exterior provocou a morte de 543 mil crianças com menos de cinco anos e de 52 mil crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 15 anos em consequência de infeções graves das vias respiratórias, divulga ainda o relatório.
O estudo explica também que as mulheres grávidas expostas a ar poluído são mais suscetíveis de terem partos prematuros e de darem à luz bebés com baixo peso.
A poluição do ar afeta igualmente o desenvolvimento neurológico e as capacidades cognitivas das crianças. Assim, as crianças expostas a níveis mais elevados de poluição correm o risco de desenvolver doenças crónicas e problemas cardiovasculares em idade adulta.
Uma das razões porque as crianças são especialmente vulneráveis aos efeitos da poluição atmosférica é a de que respiram mais rapidamente do que os adultos, absorvendo com maior facilidade os agentes poluentes.
Os recém-nascidos e as crianças são igualmente vulneráveis à poluição do ar no interior das casas, uma vez que o uso regular de instrumentos tecnológicos e de combustíveis para cozinhar afetam a qualidade do ar.
Na opinião da diretora do departamento de Saúde Pública da OMS, Maria Neira, a prioridade da comunidade internacional terá de ser acelerar a transição para fontes de energia limpas e renováveis.